Coluna Mobilidade Urbana
Projetos do BNDES apontam possíveis melhorias ferroviárias para a Baixada Fluminense
Levantamento mapeia propostas de VLTs, novos ramais e modernizações no sistema de trens, mas execução ainda não é garantida.
09/08/2025 17h02 Atualizada há 7 meses
Por: Redação da Folha
Foto: Guito Moreto / Agência O Globo

O blog Trens e Trilhos, da Folha da Baixada, mantém o compromisso de destacar temas que impactam diretamente a Baixada Fluminense. E quando o assunto é transporte sobre trilhos, não poderia ser diferente.

Recentemente, por meio do blog Trilhos do Rio, eles tiveram acesso às informações divulgadas por diferentes mídias sobre um estudo do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) — a principal instituição de fomento em investimentos do Brasil, responsável por financiar e apoiar projetos que promovam o desenvolvimento econômico, social e ambiental no país.

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O documento intitulado “Produto R1 – Redes Planejadas – V5.1”, elaborado em 2023 e apresentado em 2024, mapeia e propõe projetos estruturantes para a Região Metropolitana do Rio de Janeiro (RMRJ). Ele reúne propostas para diversos modais — rodoviário, aquaviário, aeroportuário e ferroviário — com foco na integração e na melhoria da mobilidade.

Em fevereiro de 2025, esse estudo originou o Relatório de Redes Estruturais Planejadas para a Região Metropolitana do Rio de Janeiro, que foi analisado pela equipe do Trilhos do Rio. No site deles, há um resumo completo e a promessa de matérias detalhadas sobre cada proposta.

Como nosso foco é a Baixada Fluminense, destacamos aqui uma parte desse levantamento. O estudo do BNDES contempla intervenções em várias modalidades de transporte, como:

Entre as propostas ligadas diretamente ao transporte sobre trilhos, com impacto na Baixada Fluminense, estão:

Graças ao trabalho de blogs e sites especializados em sistemas ferroviários, como o Trilhos do Rio, dados técnicos complexos podem ser traduzidos em informações claras e compreensíveis para a população. É importante lembrar que essas propostas ainda estão no campo dos estudos e podem nunca sair do papel — razão pela qual tanto eles quanto nós seguimos acompanhando de perto, analisando cada projeto e seus possíveis impactos na mobilidade regional.