
A Cedae iniciou, nesta terça-feira (26), a segunda etapa de recuperação de 456 hectares de Mata Atlântica às margens do Rio Guandu, no Depósito de Central de Munições do Exército Brasileiro, em Paracambi, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Desde 2023, quando foi firmado o acordo de cooperação com o Exército, 78 hectares já haviam sido recuperados. Nesta fase, serão plantadas mais de um milhão de mudas, cultivadas nos oito canteiros do programa Replantando Vida.
A ação integra o Programa de Recuperação do Corredor Tinguá-Bocaina, que também inclui a Serra da Cambraia. Desenvolvido em parceria com a ONG The Nature Conservancy, o programa tem o objetivo de recuperar 10 mil hectares até 2030, abrangendo nove municípios e mananciais essenciais para o abastecimento de água do estado do Rio de Janeiro.
No mesmo dia do início do plantio, o programa Replantando Vida conquistou o segundo lugar na categoria ESG do Prêmio Abrig Marco Maciel 2025, concedido pela Associação Brasileira de Relações Institucionais e Governamentais (Abrig). A premiação reconhece instituições que atuam com ética, transparência, diálogo e responsabilidade social.
Segundo o diretor-presidente da Cedae, Aguinaldo Ballon, a distinção reforça o impacto ambiental e social do programa:
“Este é mais um reconhecimento ao Replantando Vida, desta vez como destaque em prática ESG, pelo impacto positivo que o programa gera tanto no meio ambiente quanto na reinserção social de pessoas em privação de liberdade. Queremos que ele também inspire outras empresas e instituições, gerando um efeito multiplicador”.
Desde a sua criação em 2021, o Replantando Vida já recebeu 34 premiações, destacando-se pelo alcance ambiental e social. A oitava edição do Prêmio Abrig Marco Maciel é considerada a maior premiação do país na área de relações institucionais e governamentais, homenageando organizações públicas, privadas e representantes da sociedade civil organizada.