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Mesquita brilha e conquista tricampeonato na 26ª edição dos Jogos da Baixada
Evento reuniu 13 municípios, 11 modalidades e destacou provas paralímpicas durante quatro finais de semana
07/09/2025 12h32 Atualizada há 6 meses
Por: Redação da Folha
Foto: Marcelo Cortes / Agência O Dia

A 26ª edição dos Jogos da Baixada encerrou-se com muita festa, emoção e exemplos de superação. Organizado pelo jornal O Dia, com apoio do Sesc, patrocínio principal da Light e incentivo da Secretaria de Esporte e Lazer do Estado do Rio de Janeiro, além do patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal, o evento consolidou-se como o maior encontro socioesportivo da região.

Ao todo, 13 municípios participaram: Mesquita, Nilópolis, Itaguaí, Paracambi, Japeri, Seropédica, São João de Meriti, Belford Roxo, Queimados, Nova Iguaçu, Guapimirim, Magé e Mangaratiba. As competições abrangeram 11 modalidades, incluindo vôlei, futebol de campo, futsal, tecvoly, natação, natação paralímpica, basquete, atletismo, atletismo paralímpico, handebol e xadrez. Durante os quatro finais de semana, cerca de 10 mil pessoas acompanharam os jogos.

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As partidas ocorreram em diferentes cidades-sede, como São João de Meriti, Queimados, Nova Iguaçu, Nilópolis e Mesquita. A cidade de Mesquita brilhou novamente, garantindo o tricampeonato geral. Nova Iguaçu destacou-se ao conquistar o bicampeonato no handebol. O futebol de campo foi decidido nos pênaltis e o vôlei masculino teve um duelo ponto a ponto, mantendo a emoção até o fim.

Na classificação geral, Mesquita ficou em primeiro, seguida por Nova Iguaçu e São João de Meriti. Queimados ocupou o 4º lugar, Nilópolis o 5º e Belford Roxo o 6º. Japeri alcançou seu melhor desempenho histórico, conquistando a 7ª posição, enquanto Guapimirim, Paracambi, Mangaratiba, Itaguaí, Magé e Seropédica completaram o ranking das 13 cidades participantes.

As provas paralímpicas foram destaque, reforçando o caráter inclusivo do evento e proporcionando protagonismo a atletas com deficiência. As disputas de atletismo e natação paralímpica emocionaram o público e evidenciaram a importância do esporte como ferramenta de transformação social.

A organização também poderia considerar permitir a presença de outros veículos de comunicação para ampliar a divulgação do evento, sem interferir no andamento das competições. Isso incluiria transmissões ao vivo e registros de fotos e vídeos por diferentes equipes, garantindo que o espetáculo alcance ainda mais público e visibilidade.