A Coordenadoria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres de Mesquita promoveu, no último dia 26, uma palestra de conscientização sobre o Setembro Amarelo na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Mesquita, no bairro Edson Passos. Voltada para funcionários e profissionais de saúde, a atividade abordou temas essenciais ligados à campanha de prevenção ao suicídio, destacando a importância dos hábitos saudáveis e do cuidado emocional na rotina pessoal e profissional.
Esta foi a segunda vez que a iniciativa foi realizada na unidade, ampliando o acesso à informação e fortalecendo a conscientização sobre campanhas como Agosto Lilás, Setembro Amarelo e Novembro Azul.
“Estabelecemos essa parceria com a Coordenadoria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres com a ideia de abrir um espaço de conscientização não só para a população, mas também para os profissionais de saúde, pois são eles que estão em contato direto com esses pacientes e precisam estar preparados para lidar com situações de acolhimento e prevenção”, explicou a coordenadora da unidade, Luciene Túlia.
Durante a palestra, foram discutidos sinais de alerta que podem indicar risco de suicídio, como isolamento social, alterações no sono e no apetite, além de sintomas de depressão, ansiedade, transtorno bipolar e síndrome de Burnout.
Para a dentista Gabriella Fontes, a atividade trouxe aprendizado e reforçou o papel dos profissionais de saúde na prevenção. “Essa palestra é importante porque ela não ajuda apenas os pacientes, mas também a nós, profissionais. Com esse olhar mais consciente, podemos identificar situações de risco e garantir o tratamento adequado. Isso ajuda a prevenir problemas futuros e, acima de tudo, a preservar vidas”, afirmou.
A coordenadora municipal de Políticas Públicas para Mulheres, Silvania Almeida, conduziu uma dinâmica interativa com perguntas e respostas, promovendo reflexões sobre o atendimento humanizado, escuta ativa e acolhimento.
“Cuidar da saúde mental significa olhar para o nosso bem-estar emocional, psicológico e social. E devemos falar disso o ano inteiro. Quanto mais abrirmos espaços para essa conversa, mais podemos ajudar na prevenção e no cuidado”, destacou Silvania.