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Belford Roxo lança campanha contra exploração sexual e trabalho infantil durante o Carnaval

Ação mobiliza equipes da assistência social e orienta a população sobre denúncias pelo Disque 100

Por: Redação da Folha
10/02/2026 às 18h17 Atualizada em 11/02/2026 às 00h03
Belford Roxo lança campanha contra exploração sexual e trabalho infantil durante o Carnaval
Foto: João Victor / Semasc

A Secretaria Municipal de Assistência Social e Cidadania (Semasc) de Belford Roxo iniciou nesta terça-feira (10) uma campanha de conscientização contra a exploração sexual e o trabalho infantil durante o Carnaval. A mobilização, que teve início pela manhã, levou técnicos às ruas para distribuir material informativo e orientar a população sobre a importância da proteção de crianças e adolescentes.

Com o slogan “No Carnaval: pule, brinque e cuide. Todo mundo é responsável pela infância e adolescência”, a ação percorreu diversos pontos do município, com equipes dialogando com moradores e comerciantes. A iniciativa segue nesta quarta-feira (11), com novas abordagens em bairros da cidade.

O secretário municipal de Assistência Social e Cidadania, Diogo Bastos, destacou a importância do contato direto com a população. Segundo ele, a campanha busca ampliar a conscientização e estimular denúncias. “Preservar crianças e adolescentes dos perigos é um dever de todos. Mesmo durante a folia, é preciso ficar atento. Em caso de suspeita, denuncie pelo Disque 100”, afirmou.

A mobilização contou com a participação de equipes dos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) e dos Centros de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) dos bairros Xavantes, Babi, Santa Marta, Roncali e Centro. As ações passaram pelo Calçadão do Centro, Praça de Heliópolis, região da Vila Olímpica e outros pontos de grande circulação.

Nesta quarta-feira, a campanha segue em bairros como Bom Pastor, Jardim Redentor, Parque São José, Lote XV, Jardim do Ipê, Wona, Parque Suécia, Nova Aurora e Shangrilá, com equipes atuando das 9h ao meio-dia.

Moradores elogiaram a iniciativa. Para a aposentada Marisa dos Santos, de 65 anos, a ação é necessária para reforçar a proteção de crianças e adolescentes durante o período festivo. “Se a gente vê alguma coisa errada na hora da folia, é só pegar o celular, discar 100 e denunciar. Achei uma atitude inteligente”, comentou.

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