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E o vento levou...

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Por: Fernando Lúcio de Oliveira
26/02/2026 às 06h00

Foi como um conto ligeiro ou como o título do belo filme de Victor Fleming. Amanda foi à escola e, na calçada de casa, achou uma pena de um colorido vivo que só a cauda de um pavão, que veio voando ao vento e viu em sua mão como que o repouso de um longo voo.

A menina guardou-a carinhosamente na concha da mão esquerda e foi feliz fazer suas tarefas. A pena, da mão, foi à mochila. Da mochila à máquina de lavar e de lá encontrou-lhe novamente a mão quando ela procurava um lápis. 

Um dia, na mesma calçada, pegou a pena, olhou-a por um longo instante — o brilho cálido do azul verdejante e vivo, como se conversasse com ela. Então o vento mudou repentinamente de direção e, num sopro, levou-lhe da mão para o alto a pena que guardara com carinho...

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