Viveu a vida inteira amargurado, querendo desculpar-se. Na cama do hospital, o filho veio visitá-lo. Abraçaram-se forte e o filho disse ao pai apenas: “O que quer que seja, eu te perdoo para sempre”. O pai sorriu e fechou os olhos, enquanto uma lágrima nascia no canto do olho direito e morria pacificamente nas rugas de seu rosto.