Era uma vez o Príncipe York: baixo, gordo, nem feio nem bonito, muito inteligente, apaixonado e impulsivo.
Todo dia de manhã, ele cumpria a rotina de afiar a lâmina da espada que nunca utilizou. Pacientemente manuseava o rebolo para obter o melhor gume. Então, voltava a seus afazeres, enquanto seus generais avançavam nos campos.
Uma noite, voltou da cavalgada e viu o véu da fumaça do estábulo que queimava. O fogo despertou-lhe o intrépido guerreiro interior, que empunhou a espada, protegeu a família e inspirou os súditos a formarem o maior exército jamais visto até então…





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