Brigite era uma mulher linda, estudiosa e lia muito. Depois que leu A linguagem das emoções, de Paul Ekman, algo mudou: sua percepção sobre as emoções dos outros ficou mais aguçada.
Aí, seu marido Arnaldo chegou em casa cansado e ela mandou tirar o sapato e deixar do lado de fora. A raiva dele durou 1,25 segundo, o suficiente para que Brigite lhe invadisse o direito de não dizer o que sentiu. Mais tarde, após o sexo, Ele disse apenas: eu te amo tanto, que não consigo sentir nada ruim por você por muito tempo.





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