— “Escolha-me, ó grande Elpídio!” — diz Aqueu, içando o braço em meio à multidão atônita, e ajoelha-se perante o trono.
A luz fulgente do verde jaspe polido na coroa do Rei iluminava a todos na Grande Praça da Cidade de Ares.
— Levante-se, Aqueu! — Respondeu Elpídio, com voz retumbante.
O Machado de Aqueu flutuou do coldre para sua mão direita. Ele a ergueu, sentindo o poder irradiar por seu corpo, então incontáveis raios irromperam da lâmina para o céu, dissipando as negras nuvens que pairavam sobre todos.




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