A memória ainda rói: “Você não serve para nada! Demitido!”. Dois dias depois, o choro. Passado um mês, o recomeço e a fé e a paciência e a experiência e a esperança. Aí, vida vai e vem, recebeu o currículo. De sua cadeira, reconheceu o candidato, suado e constrangido. “Eu queria pedir…”. A frase foi interrompida com a palma da mão do outro. E, no lugar da vingança, criou-se uma oportunidade.

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