
Pistu desde criança vivia com um dom: tudo o que tocava ganhava sangue e vida. Tocou pássaros, gatos, cães, um bebê natimorto. Um dia, pôs o indicador sobre uma roseira e feriu-se num espinho. Seu sangue tingiu o botão mais branco da mais bela rosa que já vira. E a roseira morreu.