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Campanha Agosto Lilás promove palestras e acolhimento a mulheres vítimas de violência em Areia Branca e Babi

Ação da Secretaria de Assistência Social e Cidadania conta com a participação da Guarda Municipal e reforça serviços de proteção e apoio às vítimas.

Por: Redação da Folha
13/08/2025 às 13h55 Atualizada em 14/08/2025 às 16h39
Campanha Agosto Lilás promove palestras e acolhimento a mulheres vítimas de violência em Areia Branca e Babi
Foto: Jeovani Campos / PMBR

A Secretaria Municipal de Assistência Social e Cidadania promoveu, nesta terça-feira (12/08), palestras sobre a campanha Agosto Lilás, que tem como objetivo conscientizar a população sobre a violência doméstica e familiar contra a mulher. As atividades ocorreram no CRAS Centro, em Areia Branca, pela manhã, e no CRAS Babi, à tarde.

Os palestrantes foram Liliane dos Santos e Luciano Cruz, da Patrulha Maria da Penha, além de Luciana Peçanha, guarda municipal e integrante do Conselho da Mulher. Na quarta-feira (13/08), a programação segue no CRAS Babi, com a participação da assistente social Fernanda Madeira e da psicóloga e guarda municipal Lilian Franco.

“Estamos no século 21 e é inadmissível que a mulher continue sendo desrespeitada por alguns homens que acham que são donos da verdade. A Secretaria está à disposição com diversos equipamentos sociais para receber e acolher as mulheres vítimas de violência doméstica”, afirmou o secretário municipal Diogo Bastos.

Durante o evento, a superintendente de Proteção Social Especial, Graziela Rosário, destacou a importância de trabalhar a desconstrução patriarcal também com o público masculino, por meio de grupos reflexivos formados no PAIF e no PAEFI, em parceria com os CRAS e CREAS.

A coordenadora do CRAS Centro, Daiane Oliveira, informou que o grupo de acolhimento da unidade atende atualmente duas mulheres com medidas protetivas, em articulação com o Centro Especializado de Atendimento à Mulher de Belford Roxo (Ceambel).

Para ampliar o alcance das ações, a técnica do Centro Pop, Carla Fernandes, sugeriu a realização de palestras em locais com grande concentração masculina. “O respeito à mulher precisa ser tema constante, não apenas em agosto”, disse.

O evento também contou com relatos emocionantes de mulheres atendidas pelos serviços. Uma dona de casa, identificada apenas como Y, contou que vive sob medida protetiva contra o ex-companheiro que a perseguia e ameaçava. “Depois que fiz o registro de ocorrência, a perseguição diminuiu”, relatou.

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