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Operação Ponto Final volta a interditar coletivo da Viação Tinguá em Nova Iguaçu

Agentes da Sedcon e do Procon-RJ encontram ônibus sem freio circulando com passageiros e conduzem responsável à delegacia

Por: Redação da Folha
07/10/2025 às 13h17 Atualizada em 08/10/2025 às 08h15
Operação Ponto Final volta a interditar coletivo da Viação Tinguá em Nova Iguaçu

A Operação Ponto Final teve mais uma etapa realizada na manhã desta terça-feira (7/10) em Nova Iguaçu, quando agentes da Secretaria de Estado de Defesa do Consumidor (Sedcon), do Procon-RJ, da Polícia Militar e do Detro-RJ retornaram à garagem da Viação Tinguá. Durante a ação, um dos ônibus, que já circulava com passageiros, foi flagrado sem freio e imediatamente interditado.

Os fiscais também constataram a ausência de parte dos veículos que haviam sido interditados na operação realizada na noite anterior, levantando suspeita de crime de desobediência. O responsável pela garagem foi conduzido à delegacia para prestar esclarecimentos.

Deflagrada nesta segunda-feira (6/10), a Operação Ponto Final tem como objetivo verificar as condições de segurança, climatização e acessibilidade dos coletivos que operam na Baixada Fluminense e na capital. Nas vistorias, foram detectadas falhas nas plataformas de acessibilidade, comprometendo o transporte de pessoas com deficiência, além de falta de climatização, problemas mecânicos e mau estado de conservação da frota.

Ao todo, 18 ônibus foram vistoriados desde o início da operação, com 13 deles interditados por irregularidades graves.

De acordo com o secretário de Estado de Defesa do Consumidor, Gutemberg Fonseca, as ações têm caráter contínuo e fazem parte de um plano de proteção ao cidadão:

“O transporte público é um serviço essencial e precisa oferecer condições seguras e dignas para todos os passageiros. A atuação conjunta dos órgãos garante o cumprimento da lei e reforça nosso compromisso com a defesa do consumidor fluminense.”

As operações de fiscalização continuarão em outras regiões do estado, priorizando empresas com histórico de reclamações ou indícios de irregularidades, para garantir que o transporte público atenda aos padrões de segurança, acessibilidade e qualidade exigidos por lei.

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