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Operação Torniquete prende três criminosos e localiza novo “resort” ligado ao traficante Peixão na Baixada

Ação da Polícia Civil ocorre em Nova Iguaçu e integra ofensiva contra facções criminosas que atuam na região

Por: Iza Ribeiro
07/01/2026 às 08h48 Atualizada em 08/01/2026 às 08h33
Operação Torniquete prende três criminosos e localiza novo “resort” ligado ao traficante Peixão na Baixada

Polícia Civil realizou, nesta quarta-feira (7), mais uma ação da Operação Torniquete na Baixada Fluminense. A ofensiva aconteceu na localidade conhecida como Buraco do Boi, em Nova Iguaçu, e resultou na prisão de três criminosos e na apreensão de um fuzil. Durante as diligências, os agentes também localizaram a construção de um novo espaço de lazer atribuído ao traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, conhecido como “Peixão”. A operação segue em andamento.

A ação é conAduzida pela Força-Tarefa Cerco Total, que reúne agentes da Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Baixada Fluminense (DRE-BF), da Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis da Baixada Fluminense (DRFA-BF) e da Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas da Baixada Fluminense (DRFC-BF). O objetivo é combater facções criminosas envolvidas com tráfico de drogas, roubos de veículos e de cargas na região. As equipes também tentam capturar o criminoso conhecido como “CB”, apontado como líder do tráfico na comunidade e aliado direto de “Peixão”.

Durante as buscas, os policiais encontraram os suspeitos escondidos em uma área de mata, portando um fuzil. No local, foi identificada uma área em construção usada como espaço de lazer, com piscina e churrasqueira. O ambiente apresentava pichações com a expressão “exército de Israel” e a Estrela de David, símbolo religioso apropriado por criminosos para representar o grupo ligado ao traficante.

A operação integra a segunda fase da Operação Torniquete, que tem como foco o combate ao roubo, furto e receptação de cargas e veículos, crimes que financiam as atividades das facções criminosas. Desde setembro de 2024, a operação já resultou em mais de 740 prisões, além da recuperação de cargas e veículos avaliados em cerca de R$ 45 milhões. As ações também ultrapassam R$ 70 milhões em bloqueio de bens e valores.

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