A escola de samba G.R.E.S. Leão de Nova Iguaçu se tornou centro de uma polêmica nas redes sociais após uma publicação de Elaine Rocha, que acusou a atual gestão da agremiação de inadimplência e uso indevido dos repasses financeiros do Governo do Estado e da Prefeitura. A postagem viralizou e gerou uma onda de críticas contra a escola, resultando até em atos de vandalismo em sua sede.
Segundo Elaine Rocha, que afirma já ter ajudado a escola após a pandemia em 2022, com doações e empréstimos para a realização de ensaios, os problemas financeiros da Leão de Nova Iguaçu vêm se agravando nos últimos anos, afetando fornecedores, costureiras, ateliês e outros profissionais envolvidos no carnaval. Ela acusa o ex-presidente da agremiação, Oberdan Rodrigues da Silva, conhecido como Bira ou Bira do Leão, de não cumprir acordos financeiros e de usar os recursos da escola para benefício próprio, que não está como presidente da escola desde 2019.
“Desde que o atual presidente Bira assumiu, essa agremiação vem usando o repasse oferecido pelo Governo do Estado e Municipal para benefício próprio, não honrando seus compromissos com os credores, além de não pagar as pessoas que trabalham para a agremiação”, escreveu Elaine em seu perfil no Instagram.
A repercussão da denúncia resultou em pichações nas paredes da escola, com os dizeres “CALOTEIRO” e “BIRA 71”. No entanto, atualmente, o presidente da Leão de Nova Iguaçu, é o Ezequiel Baptista, conhecido como "Ratinho", ele ocupa o cargo desde 2021, enquanto Bira ocupa o cargo de presidente de honra.
Diante da polêmica, a diretoria da escola emitiu uma nota oficial nas redes sociais, repudiando o ato de vandalismo e classificando as acusações como uma perseguição política.
“A G.R.E.S. Leão de Nova Iguaçu, diante do ato de vandalismo ocorrido com nossa agremiação, vem esclarecer que este ato criminoso se trata de um movimento político de cunho pessoal. Ressaltamos que a escola honrou com todos os seus compromissos para o carnaval de 2025. Diante disso, tomaremos todas as medidas judiciais cabíveis para reaver os danos causados”, diz o comunicado.
A polêmica segue movimentando as redes sociais e gerando debates sobre a gestão da escola e a transparência na aplicação dos recursos destinados ao carnaval.
Abaixo a postagem:
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