A criatividade e a inovação produzidas na Baixada Fluminense ganharam destaque nacional e internacional com a participação do fotógrafo e estudante de Engenharia de Software Luiz Felipe Regaço na exposição Panorama 7, uma das atrações do 11º Congresso Internacional de Arte, Ciência e Tecnologia e Seminário de Artes Digitais (CIACT-SAD 2026).
Morador de Nova Iguaçu, o artista está entre os 149 nomes selecionados para integrar o evento, considerado o mais importante do país no segmento de arte digital, tecnologia e inovação visual.
A exposição foi aberta nesta segunda-feira (25), na FUNARTE, em Belo Horizonte, reunindo artistas, pesquisadores, cientistas e profissionais ligados às novas tecnologias aplicadas à arte contemporânea.
Reconhecido por desenvolver trabalhos que valorizam a cultura e os cenários da Baixada Fluminense, Luiz Felipe utiliza ferramentas de Inteligência Artificial para criar composições visuais que misturam fotografia, tecnologia e identidade regional.
A participação do artista na mostra representa um marco importante para a produção cultural da Baixada, destacando a região como espaço de criatividade, inovação e produção artística conectada às tendências globais.
A obra apresentada por Luiz Felipe Regaço integra o espaço temático dedicado ao “Metaverso”, área da exposição voltada para experiências imersivas e linguagens artísticas ligadas ao universo digital e às novas tecnologias.
A proposta reforça como artistas da Baixada vêm utilizando recursos tecnológicos para ampliar a visibilidade de narrativas locais e inserir a região em debates contemporâneos sobre arte e inovação.
Além da atuação como fotógrafo, Luiz Felipe também estuda Engenharia de Software, combinação que influencia diretamente sua produção artística e permite unir conhecimento técnico com linguagem visual.
O CIACT-SAD reúne anualmente especialistas de diferentes áreas para discutir as relações entre arte, ciência, tecnologia e cultura digital. O congresso é organizado pelo Laboratório de Poéticas Fronteiriças (LabFront), coordenado pelo pesquisador e curador Pablo Gobira, referência nacional em arte tecnológica e experiências imersivas.
O evento conta ainda com parceria de universidades federais e estaduais e atrai participantes do Brasil e do exterior interessados em discutir os caminhos da arte na era digital.
Enquanto os seminários e debates acontecem até o dia 27 de maio, a exposição Panorama 7 seguirá aberta para visitação pública até o dia 7 de junho.
A seleção de Luiz Felipe Regaço reforça o crescimento da produção cultural e tecnológica da Baixada Fluminense e evidencia como artistas da região vêm conquistando espaço em eventos de relevância nacional e internacional.





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