O Cabuçu Futebol Clube é o grande campeão do Brasileirão da Baixada 2026, competição organizada pela ACFBR (Associação de Clubes de Futebol de Belford Roxo). Em uma final marcada pelo equilíbrio, emoção e grande presença das torcidas, a equipe venceu o Barça Japeri por 1 a 0, na manhã do último domingo (12), e levantou a taça da principal competição do futebol amador da região.
A decisão, disputada às 10h45, reuniu duas das melhores campanhas do torneio e correspondeu às expectativas criadas ao longo da competição. Dentro de campo, Cabuçu e Barça Japeri protagonizaram um duelo intenso, com forte marcação, boas oportunidades de gol e muita entrega dos atletas durante os 90 minutos.
O confronto caminhava para um desfecho indefinido quando surgiu o lance decisivo. Aos 45 minutos do segundo tempo, Daniel recebeu a oportunidade de finalizar e arriscou o chute que mudou a história da partida. A bola ainda sofreu um leve desvio antes de balançar as redes, sem chances para o goleiro adversário, garantindo a vitória do Cabuçu e desencadeando a festa da torcida presente.
Além do espetáculo dentro das quatro linhas, o comportamento das torcidas foi um dos pontos positivos da final. Os torcedores das duas equipes compareceram em grande número, incentivaram seus times durante toda a partida e contribuíram para um ambiente de respeito e confraternização, sem registros de incidentes.
A campanha do Cabuçu foi marcada pela regularidade e pelo desempenho consistente ao longo da competição. O título coroou uma trajetória construída com organização, comprometimento e eficiência nos momentos decisivos. Além do aspecto esportivo, a conquista teve um significado especial para o clube, que neste ano enfrentou a perda de um de seus atletas, Michael Douglas, conhecido no futebol amador como Maicon Sagui.
Apaixonado pelo esporte e figura presente nas partidas do Cabuçu, ele deixou um legado de dedicação e companheirismo, sendo lembrado por atletas, comissão técnica e torcedores ao longo da campanha. A conquista do Brasileirão da Baixada 2026 também simboliza uma homenagem à sua memória. Com o título, o Cabuçu passa a integrar a galeria de campeões do torneio e reforça sua posição entre as principais forças do futebol amador da Baixada Fluminense.
Do outro lado, o Barça Japeri também deixou sua marca na competição. Vice-campeã, a equipe realizou uma campanha de destaque e valorizou ainda mais a conquista do adversário. Após o encerramento da partida, dirigentes, comissão técnica e atletas demonstraram espírito esportivo ao reconhecer o mérito do campeão, em uma atitude elogiada por torcedores e organizadores.
A edição de 2026 também entrou para a história da competição. Com a realização da grande final, A ACFBR alcançou a marca de 50 campeonatos promovidos ao longo de 13 anos, consolidando-se o Brasileirão da Baixada, como uma das competições mais tradicionais do futebol amador da Baixada Fluminense. Ao longo desse período, a organização manteve o compromisso de realizar um torneio estruturado, reunindo dezenas de equipes e incentivando o desenvolvimento do esporte na região.
A final também contou com uma estrutura voltada para garantir a segurança de atletas, dirigentes, arbitragem e torcedores. O evento teve o apoio da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, responsável pelo policiamento no local, além da presença de uma ambulância de prontidão, preparada para prestar atendimento imediato caso fosse necessária qualquer intervenção médica durante a partida.
A decisão do Brasileirão da Baixada 2026 foi transmitida com exclusividade pelo Grupo RBC, por meio do canal RBC Esportes no YouTube, plataformas de streaming e também pela RBC TV, ampliando o alcance da competição e permitindo que torcedores acompanhassem todos os detalhes da grande final ao vivo.
Com o apito final e o gol decisivo nos últimos minutos, o Cabuçu encerrou sua participação na competição com chave de ouro, transformando uma campanha de destaque em um título que ficará marcado na história do clube, da competição e do futebol amador da Baixada Fluminense.
Confira abaixo o gol do título, na voz emocionante de Ricardo França e com os comentários precisos de Nuno Júnior:





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