Não o excelente livro de Flávio Augusto. O ponto de inflexão nesta narrativa é aquele momento em que tudo muda, apesar de nada parecer ter mudado.
Faleceu a colega, queimou o arroz, atrasou o boleto, reclamou o chefe, não caiu o pix, choveu um dilúvio e não veio arco-íris nenhum.
Então, quando a Via Láctea de Renato Russo estava quase passeando na memória, ela disse a ele:
– Eu te amo.

Comentários
* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nós reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.Seja o primeiro a comentar!