Homem de 19 anos é preso em Mesquita por investigação de roubo de cargas

Suspeito foi localizado no bairro Jacutinga após trabalho de inteligência e tinha mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça


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Um homem de 19 anos investigado por roubos de cargas foi preso nesta sexta-feira (28), no bairro Jacutinga, em Mesquita, durante uma ação conjunta da Secretaria de Estado de Polícia Penal (Seppen), por meio da Subsecretaria de Inteligência do Sistema Penitenciário (Ssispen), e da Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas da Baixada Fluminense (DRFC-BF).

A prisão ocorreu após o cruzamento de informações de inteligência e o monitoramento do investigado. A ação resultou no cumprimento de um mandado de prisão preventiva expedido pela Vara Criminal de Queimados, relacionado a um roubo ocorrido em março, em São João de Meriti.

O homem foi identificado como Matheus Lemos Gonçalves. De acordo com as autoridades, ele estava em liberdade provisória desde julho, quando deixou o sistema prisional por determinação judicial e passou a ser monitorado por tornozeleira eletrônica.

O investigado possui três anotações criminais, relacionadas aos crimes de roubo, adulteração de sinal identificador de veículo e desobediência. A prisão preventiva cumprida em Mesquita está ligada especificamente à investigação do roubo ocorrido em março.

A localização no bairro Jacutinga foi possível a partir do trabalho integrado entre os setores de inteligência e a unidade especializada responsável pela investigação de roubos e furtos de cargas na Baixada Fluminense.

Após a prisão, Matheus foi encaminhado à DRFC-BF para a adoção dos procedimentos legais. Posteriormente, deverá permanecer custodiado em uma unidade prisional da Seppen, à disposição da Justiça.

A atuação das forças de segurança ocorre em um cenário no qual o roubo de cargas representa preocupação para a Baixada Fluminense, região cortada por importantes corredores rodoviários utilizados diariamente para o transporte de mercadorias. Investigações baseadas em inteligência buscam identificar suspeitos e interromper a atuação de grupos envolvidos nesse tipo de crime.

O caso seguirá sob análise do Poder Judiciário, responsável pelas decisões relacionadas à prisão preventiva e ao andamento do processo. A prisão, neste momento, não representa condenação definitiva do investigado.

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